Antônio Americano do Brasil

Antônio Americano do Brasil

Cadeira:23

Titular:Waldomiro Bariani Ortêncio

Status: 1º Diretor Financeiro

PATRONO DA CADEIRA 23- AMERICANO DO BRASIL. AMERICANO DO BRASIL(ANTONIO AMERICANO DO BRASIL), de Bonfim-Silvânia, Goiás, 28.08.1892, escreveu, entre outros, "SÚMULA DA HISTÓRIA DE GOIÁS", “LIMITES GOIÁS/PARÁ”, “PELA TERRA GOIANA”, “CUNHA MATOS EM GOIÁS”, "NO CONVÍVIO COM AS TRAÇAS", "CANCIONEIROS E TROVAS DO BRASIL CENTRAL", "NOS ROSAIS DO SILÊNCIO", "PELA HISTÓRIA DE GOIÁS". 
Foi sócio de Altamiro de Moura Pacheco, numa Farmácia em Bonfim (Silvânia), interior goiano. 
Médico, Deputado Federal, Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Cronista, Conferencista. Historiador, Educador, Político. Administrador, Ficcionista, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Contista, Literato, Intelectual. 
Formado pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, em 1917. Secretário do Interior e Justiça do Estado de Goiás. Foi Capitão Médico do Exército Brasileiro. Um dos fundadores da revista INFORMAÇÃO GOIANA, junto com Henrique Silva.
Foi assassinado em Luziânia, pelo Agrônomo Aldovrando Gonçalves. Patrono da Academia Goiana de Letras, Cadeira 9, cujo fundador foi Pedro Cordolino Ferreira de Azevedo, hoje(1998) ocupada por Waldomiro Bariani Ortêncio. 
Anotado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro SUMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Alvaro Catelan, no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e na ANTOLOGIA GOIANA, de José Veiga Jardim Netto, bem como em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. 
Encontra-se no livro PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS de Joaquim Carvalho Ferreira e na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles. 
Nasceu em Silvânia (Antiga Bonfim), interior goiano, a 28 de agosto de 1892 e morreu em Luzânia a 20 de abril de 1932. Filho de Antônio Euzébio de Abreu Júnior e de Elisa Maria de Souza Abreu. O pai de Americano do Brasil não deve ser confundido com o avô que era o agricultor Antônio Euzébio de Abreu. 
Em 1898, fez os estudos primários com o próprio pai, que era professor. 
Depois de fazer o exame de madureza, em 1910, no Colégio Dom Pedro II, do Rio de Janeiro, matricula-se no curso médico, em 1911. 
Juntamente com Henrique Silva, fundou no Rio de Janeiro, em 1917, a revista INFORMAÇÃO GOIANA. 
Formado em Medicina no Rio de Janeio, em 1917, com 25 anos, voltou a Goiás a fim de exercer sua profissão. Ingressou no Exército Brasileiro, como Oficial Médico. 
Em 1918, tornou-se Secretário do Interior e Justiça do Estado de Goiás. Em 1919, é promovido a Primeiro Tenente Médico do Exército e passa a atuar no Batalhão de Caçadores de Vila Boa. 
No entanto, foi no jornalismo que se distinguiu pela maneira inflamada de sua forma de escrever. 
Com muito brilho, desempenhou o mandato de deputado federal, para o qual foi eleito pelo Estado de Goiás, em 1921. 
Casou-se no Rio de Janeiro, no dia 23 de dezembro de 1921, com Mirtes Caiado de Castro. Em 1922, foi promovido a Capitão. Depois de passar por Formosa, interior goiano, em 1925, transferiu-se para Santa Luzia(Luziânia), onde se dedicou à medicina, ao magistério e também à advocacia provisionada. 
Em 1931, fundou e dirigiu a Escola Normal de Luziânia, dedicando-se também à sericultura. 
Foi uma das maiores expressões da cultura goiana, deixando muitos trabalhos publicados, dentre os quais, salientam-se: “Polêmica Genealógica”, “Pela Terra Goiana”, “Súmula da História de Goiás”, “Nos Rosais do Silêncio”, “No Convívio com as Traças”, “Cunha Matos em Goiás” e outros. 
Galante, envolveu-se em conflitos amorosos que o levaram a uma morte violenta aos 41 anos de idade. Foi assassinado pelo Engenheiro Agrônomo Aldovrando Gonçalves, em pleno centro de Santa Luzia(Luziânia), no dia 20 de abril de 1932. 
Seu estilo literário é de grande lirismo, embora objetivo e algumas vezes até contundente. Sobre ele, escreveu excelente livro, o escritor Humberto Crispim Borges. 
Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 9, cujo fundador foi Pedro Cordolino Ferreira de Azevedo, sendo hoje(1998) ocupada por Waldomiro Bariani Ortêncio. 
No Instituto Histórico e Geográfico de Goiás é o Patrono da Cadeira 33 que tem como 1º Titular Caetano Faria de Luca e 2º Titular Genesco Fereira Bretas. 
Na Academia Goianiense de Letras é o Patrono da 23, tendo como Titular Waldomiro Bariani Ortêncio. 
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br 

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