Alaor Barbosa

Alaor Barbosa

 

Alaor Barbosa

Perfil biográfico 

Alaor Barbosa nasceu em Morrinhos, Estado de Goiás. O pai, Aristides Ferreira Barbosa, era filho de antiga família de mineiros, fundada, provavelmente na zona da Serra da Canastra, por um português ali afazendado. Aristides foi o único dos filhos de Antônio Ferreira Barbosa, bisneto daquele português, que nasceu (em 1899) em Goiás: na região sul, município de Morrinhos, perto do Triângulo Mineiro. A mãe, Eliza Maria de Oliveira, pertencia a uma família paulista, também antiga, de Igarapava; Estado de São Paulo. Nasceu em 1904, em Uberlândia, Minas Gerais.  Viveu de um aos sete anos em Igarapava, e mudou-se para Goiás – também para Morrinhos – nessa idade de sete anos.

Alaor Barbosa fez os estudos primários e o curso ginasial em Morrinhos; iniciou o Curso Clássico em Goiânia e, repetindo o primeiro ano, concluiu-o no Rio de Janeiro. Fez o curso de Direito, até ao terceiro ano, em Petrópolis, de 1961 a 1963, e o terminou em Goiânia, em 1966. Começou a advogar, primeiro como solicitador-acadêmico e depois já bacharel, em 1964, primeiro em Morrinhos, depois em Goiânia. Em 1984 submeteu-se a dois concursos públicos a cargos federais, foi aprovado em ambos, e tornou-se procurador autárquico federal – do Incra –, em Brasília, e logo em seguida Consultor Legislativo do Senado Federal, cargo em que se aposentou em 1993.

Alaor Barbosa possui longa experiência de escritor. Começou jornalista, aos 13 anos de idade, no jornal semanal O Liberal, de Morrinhos. Aos 14, entrou a colaborar intensamente em jornais de Goiânia; em um deles, durante um curto período, assinou três colunas diárias. Dos 19 aos 24 anos, tornou-se foi jornalista profissional no Rio de Janeiro, tendo trabalhado nos mais importantes jornais cariocas. 

Escreveu o primeiro conto em Goiânia, aos 15 anos de idade: uma estória passada em Morrinhos. No Rio, colaborou no famoso Suplemento Dominical do Jornal do Brasil, porta-voz das vanguardas da época, especialmente do movimento concretista e neoconcretista. Nesse suplemento estreou com um conto neoconcretista, em 1959. Mas o conto que lhe delineou a temática mais constante e o estilo definitivo saiu em 13 de março de 1960 no suplemento literário daTribuna da Imprensa, com o título de Ponte do  Barbiel, o qual  integra atualmente o livroPicumãs.

 Logo que retornou para Goiás, passou a publicar, a partir do lançamento do seu primeiro livro de contos, Cidade do tempo, em julho de 1964, com notável freqüência, os livros que lhe integram a rica bibliografia, sempre bem acolhidos pela crítica e pelo público.

Bibliografia principal

Contos:

A espantosa realidade (títulos anteriores: Cidade do tempo e Caminhos de Rafael

Picumãs

Gente de Imbaúbas (título anterior: Campo e noite)

Os rios da coragem. 

Romances:

O exílio e a glória

A morte de Cornélio Tabajara

Memórias do nego-dado Bertolino d’Abadia

Uma lenda

Ensaios:

Confissões de Goiás

A epopéia brasileira ou: Para ler Guimarães Rosa

O ficcionista Monteiro Lobato

Um cenáculo na Paulicéia (Um estudo sobre Monteiro Lobato, Godofredo Rangel,  José Antônio Nogueira, Ricardo Gonçalves, Raul de Freitas e Albino de Camargo).

O romance regionalista brasileiro

Sinfonia Minas Gerais: introdução à vida e à literatura de João Guimarães Rosa

 

 

Bibliografia pormenorizada

 

1 – Do Autor 

 

FICÇÃO

Cidade do tempo (contos), edição do autor, Goiânia, 1964.  

Picumãs (contos), Editora Livraria Brasil Central, Goiânia, 1966.

Campo e noite (contos). Editora Oriente, Goiânia, 1971.

O exílio e a glória (romance). Editora Oriente, Goiânia, 1980.

Os rios da coragem (contos). Imery Publicações, Goiânia, 1983.

Praça da Liberdade (contos). Editora da Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 1985.

Caminhos de Rafael (ficções). Editora da Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 1995.

Picumãs (contos).  Editora Rio Fundo, Rio de Janeiro, 1996.

A morte de Cornélio Tabajara (romance). Fundação Cultural Pedro Ludovico Teixeira, Goiânia, Goiás, 1998. Prêmio Cora Coralina de 1997.

Memórias do nego-dado Bertolino d’Abadia (romance). AB Editora, Goiânia, Goiás, 1999.

Uma lenda. Romance. LGE Editora, Brasília, 2004.  

Para crianças

Saci e Romãozinho .  Imery Publicações, Goiânia,1983.

ENSAIOS E ESTUDOS

Confissões de Goiás (ensaios). Goiânia, SEC/Departamento Estadual de Cultura, 1968.

Rui Barbosa: pensamento em ação. Editora Líder, Goiânia, Goiás, 1975.

Antônio Euzébio de Abreu: educador, nobre, nacionalista (discurso de posse na Academia Goiana de Letras). Revista da Academia Goiana de Letras, Goiânia, Goiás,  novembro de 1979.

A epopéia Brasileira, ou: Para ler Guimarães Rosa. Goiânia, Imery Publicações, Goiânia, Goiás, 1981.

Pequena história da literatura goiana. Goiânia, Imery Publicações, Goiânia, Goiás, 1983.

"Os sertões": uma narrativa. Revista da Academia Brasiliense de Letras, Brasília, DF, 1989.

O ficcionista Monteiro Lobato. Editora Brasiliense Ltda. , São Paulo, SP, 1996.

BIOGRAFIA

Monteiro Lobato das crianças. Editora Caminho, 1960, RJ; 1ª edição, Rio de Janeiro, RJ; Departamento Estadual de Cultura, 2ª edição 1969, Goiânia, Goiás;  Editora Oriente, 3ª edição, 1975, Goiânia, Goiás. 

DIÁRIO

Meu diário da Constituinte.  Sindicato de Escritores do Distrito Federal/Autor. Brasília, DF, 1990.

 

ENTREVISTAS

O Universo do escritor, segundo Alaor Barbosa. O Popular, 1973, Goiânia, Goiás.

Estamos saindo do isolamento e do anonimato. Folha de Goiaz, Goiânia, Goiás, 31 de dezembro de 1978.

Alaor Barbosa fala de sua literatura. Folha de Goiaz, Goiânia, Goiás, 21 de dezembro de 1979.

Alaor Barbosa fala de si e de seu mundo. (Entrevista a Aidenor Aires e Álvaro Catelan),  Folha de Goiaz, Goiânia, Goiás, 4 de abril de 1976.

Alaor Barbosa: É preciso defender a nossa literatura. (Entrevista a Roberto Pimentel), Folha de Goiaz, Goiânia, Goiás, 31 de outubro de 1981.

Escritor goiano vê uma cultura candanga. (Entrevista a Ézio Pires) Correio Braziliense, Brasília, DF, 20 de fevereiro de 1981.

Brasília no processo cultural brasileiro. (Entrevista a Guido Heleno) Jornal de Brasília, Brasília, DF, março de 1980.

Alaor Barbosa contra a massificação imbecilizante. O Popular, Goiânia, Goiás, 8 de novembro de 1979.

Alaor Barbosa: “Goethe disse uma verdade: tudo o que o escritor escreve é uma confissão. Mesmo quando não parece”.  O Popular (Suplemento Cultural), 17 de fevereiro de 1980.  

Monteiro Lobato, um exemplo. (Entrevista a Roberto Pimentel), Folha de Goiaz, Goiânia, Goiás,  18 de abril de 1982.

Alaor Barbosa tenta no Rio o grande salto. (O escritor goiano mostra sua mais recente obra aos cariocas, depois aos paulistas. ) Entrevista a José Renato Assis. Diário da Manhã, 15 de julho de 1983.

Alaor Barbosa: “´É preciso ter a coragem de romper as portas da província”. Entrevista a Brasigóis Felício. O Popular, 15 de julho de 1983.

 “Brasília é propícia à criação literária”. Entrevista a João Carlos Taveira. Jornal BSB, janeiro de 1990.

Entrevista à S-TV — São Paulo, 27 de abril de 2000.

Entrevista a Margarida Patriota, Rádio Senado, Brasília, DF, em 30 de setembro de 2000.

Entrevista a José Leão Filho: Primeira parte: O Balzac de Goiás; Segunda parte: O siso da escritura. Suplemento ”Opção Cultural”, Jornal Opção, Goiânia, 14 a 20 e 21 a 28 de janeiro de 2001.

B - SOBRE O AUTOR, EM LIVROS

TELES, Gilberto Mendonça. “Da aldeia para o cosmo”. (Discurso de recepção a Alaor Barbosa na Academia Goiana de Letras, em 8 de novembro de 1979). Revista da Academia Goiana de Letras, n. 7, agosto de 1980

GOMES, Modesto. “A literatura como fonte histórica”. In: Estudos de história de Goiás. Editora Oriente, 1974, Goiânia, Goiás.

GOMES, Modesto. “Cidade do tempo” in  História e literatura. Departamento Estadual de Cultura,  1968, Goiânia, Goiás.

GOMES, Modesto. “A evolução de um contista”, Estudos de literatura goiana. Departamento Estadual de Cultura, 1976, Goiânia, Goiás.

PAULA, Ney Teles de. Dimensões do efêmero. Editora Oriente, 1977, Goiânia, Goiás.

CATELAN, Álvaro & GOYANO, Augusto. Súmulas de literatura goiana. Livraria Brasil Central Editora, 1969, Goiânia, Goiás.

JUBÉ, Antônio G. Ramos. Síntese da história literária de Goiás. Editora Oriente,1978, Goiânia, Goiás.

DINIZ, Zilda. Morrinhos: de capela a Cidade dos Pomares. Editora Oriente, 1980, Goiânia, Goiás.

MENEZES, Raimundo de. Dicionário literário brasileiro, LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda., 2ª edição,. 1978, São Paulo, SP.

BRASIL, Assis. Dicionário prático de literatura brasileira,  Edições de Ouro, 1979, Rio de Janeiro, RJ.

BRASIL, Assis. Posfácio a Praça da Liberdade, Editora da Universidade Federal de Goiás, 1985, Goiânia, Goiás.

ORTÊNCIO, Bariani. Dicionário do Brasil Central,  Editora Ática, 1983, São Paulo, SP.

Oficina Literária Afrânio Coutinho. Enciclopédia de literatura brasileira, Ministério da Educação/Fundação de Assistência ao Estudante, 1990, Rio de Janeiro, RJ.

Oficina Literária Afrânio Coutinho. Enciclopédia de literatura brasileira, 2ª ed., Ministério da Cultura, Fundação Biblioteca Nacional, Editora Global, Academia Brasileira de Letras, São Paulo, 2001.

BRASIL, Assis. “Praça da Liberdade”, in Teoria e prática da crítica literária. Topbooks, 1995, Rio de Janeiro, RJ.

TIETZMANN Silva, Vera Maria. “Caminhos da memória”, prefácio de Caminhos de Rafael. Editora da Universidade Federal de Goiás, 1995, Goiânia, Goiás.

VAZ, Geraldo Coelho. Rastro literário, edição do autor, Goiânia, 1991.

PRADO, Danda. Apresentação de O ficcionista Monteiro Lobato, Editora Brasiliense, São Paulo, SP, 1996, 1ª edição.

BRASIL, Assis. “Gente miúda de Imbaúbas”, in Picumãs, Rio Fundo Editora, 1996,  Rio de Janeiro, RJ.

TELES, Gilberto Mendonça Teles. Estudos goianos, Editora da Universidade Federal de Goiás, 1996, Goiânia, Goiás. 

MARTINS, Mário Ribeiro. Escritores de Goiás, Editora Master, Rio de Janeiro, 1996.

TELES, Ney Teles. A rosa paradisíaca. Edições Consorciadas, UBE/G0, Goiânia, 2000.

TELES, José Mendonça. Dicionário do escritor goiano, 2ª edição, do autor, Goiânia, 2000.

VALADARES, Napoleão. Dicionário de escritores de Brasília, 2ª edição, André Quicé Editor, Brasília, 2003.

COSTA, Luís Carlos Guimarães da. História da literatura brasiliense, Editora Thesaurus, Brasília, 2005.

 

C - SOBRE O AUTOR, EM JORNAIS E EM REVISTAS

GOMES, José Edson. “Livro para crianças”. Diário Carioca, Rio de Janeiro, 1960.

GUIMARÃES, Juruena di. “Três Livros”. O Popular, Goiânia, Goiás,.21 jul. 1960.

PAULA, Ney Teles de. “Dimensões humanas da Cultura”. O Popular, Goiânia, Goiás, 23 e 30 mar. 1969.

FELÍCIO, Brasigóis, “As confissões de Alaor Barbosa”, O Popular.

PÓLVORA, Hélio. “Contos goianos”. Jornal do Brasil,  Rio de Janeiro, 1º de março de 1972.

PERUFFO, Italino. “Literatura goiana: Alaor Barbosa”. O Popular, Goiânia, Goiás, 30 abril de 1972.

GOMES, José Edson. “Confissões de Goiás”. Suplemento Literário do Minas Gerais, Belo Horizonte, 1969.

PAULA, Ney Teles de. “Retrospectiva editorial de 1971”. O Popular, Goiânia, Goiás, janeiro de 1972.

ANDRADE, Euclides Marques de. “Livro aberto”. Jornal de Minas (Suplemento Literário). Belo Horizonte, 23 de outubro de 1977.

JUBÉ, A. G. Ramos. “A hora do conto”. Cinco de Março. Goiânia, Goiás, edição de 21 a 27 de agosto de 1972.

GOMES, Modesto. “Comunicação e humanismo”. O Popular, Goiânia, 9 de abril  de 1972.

PAULA, Ney Teles de. “Alaor Barbosa: vivência humana da literatura”. O Popular, Goiânia, 1972.

FELÍCIO, Brasigóis, “O exílio e a glória de um sobrevivente da grande noite de abril”, O Popular, 6 de fevereiro de 1980.

PÓVOA, José Liberato. O exílio e a glóriaJornal de Minas, Belo Horizonte, Minas Gerais, 24 de fevereiro de 1980.

SABINO Júnior, Oscar, “O romancista Alaor Barbosa” (I), Jornal Opção, 3 de agosto de 1980.

SABINO Júnior, Oscar. “O romancista Alaor Barbosa” (II). Jornal Opção. Goiânia, Goiás, 21 de setembro de 1980.

PUNTEL, Luiz. “Gabeira e Alaor, dois narradores de um tempo conturbado”. Conteúdo, Ribeirão Preto, 1980.

PINHEIRO, José Sebastião. “A contribuição literária de Alaor Barbosa para compreender Guimarães Rosa”, O Popular, 28 de outubro de 1981.

DIAS, Oscar. “Epopéia brasileira ou: Para ler Guimarães Rosa”. Diário da Manhã, Goiânia, Goiás, 5 de novembro de 1981.

LOPES, Oneide. “Alaor, fluente coragem, estilo”. Diário da Manhã, Goiânia, Goiás, 8 de dezembro de 1983.

FELÍCIO, Brasigóis. “Alaor Barbosa lança Pequena história da literatura goianaO Popular, 21 de fevereiro de 1984.

BERNARDES, Carmo. “Valeu a pena”. Diário da Manhã, Goiânia, Goiás, 1984.

QUEIROZ, Adalberto de.  “Mar de goiano”. O Popular, Goiânia, Goiás, 8  de maio de 1985.

NASCENTE, Gabriel. “Os caminhos do Alaor”. Diário da Manhã, Goiânia, Goiás, 7 de maio de 1995.

LIMA, Ivair. “Alaor Barbosa: ourivesaria literária”. Diário da Manhã, Goiânia, Goiás, 23 de maio  de 1995.

BARBOSA, Fernandino. “Caminhos de Rafael”O Liberal, Morrinhos,  Goiás, edição de 16 a 31 de maio de 1995.

LISBOA, Antônio. “Caminhos de Alaor Barbosa”. O Popular,  Goiânia, Goiás, 13 de outubro de 1995.

NOVAES COELHO, Nelly. “Sobre a viagem fundadora de Lobato”. Jornal da Tarde, São Paulo, SP, 24 de agosto de 1996.

VERAS, Dalila Teles. “Lobato”. Diário do Grande ABC, Santo André, SP, 25 de setembro de 1996.

RAMOS, Graça. “Lucidez em meio às contradições”. Correio Braziliense, Brasília, DF, 12 de outubro de 1996.

NASCENTE, Gabriel. “A literatura que envaidece Goiás”. Diário da Manhã, Goiânia, 27 de outubro de 1996.

LIMA, Ivair. “Sem fuligem”. Diário da Manhã, Goiânia, 19 de novembro de 1996.

BARBOSA, Fernandino. O "Picumãs" de Alaor Barbosa. O Liberal, Morrinhos, Goiás, edição de 16 a 31 de maio de 1997.

LOBO, Núbia, “Alaor Barbosa prepara novo livro”, Diário da Manhã, 13 de dezembro de 1997.

MARTINS, Wilson. “A imprevisível variedade do romance”. O Globo (suplemento “Prosa e Verso”), Rio de Janeiro, RJ, 22 de  novembro de 1997.

VIEIRA, Emanuel Medeiros. “Monteiro Lobato revisitado”. Tira Prosa (revista do  restauranteFeitiço Mineiro), n. 3, dezembro de 1997, Brasília, DF.

PY, Fernando. “Picumãs.” Diário de Petrópolis, 4 de janeiro de 1998.

LOBATO, Manoel. “Políticos provincianos, passionais”. O Tempo, Belo Horizonte, MG, 26 de fevereiro de 1998.

“Escritores recebem prêmios da Bolsa Coralina”, O Popular, 6 de fevereiro de 2998.

LOBO, Núbia. “Um  tal de Cornélio Tabajara”. Diário da Manhã, Goiânia, 16 de março de 1998.

OLIVAL, Moema de Castro e Silva. “Os (des)caminhos da narrativa moderna”. Suplemento “Opção Cultural” n. 196, Jornal Opção, Goiânia, 21 a 27 de junho de 1998.

MOURA, Francisco Miguel de. “Em torno do regional brasileiro”. Diário do Povo, Teresina, Piauí, 6 de outubro de 1998.

PY, Fernando, A morte de Cornélio TabajaraDiário de Petrópolis, 28 de fevereiro de 1999.

ALVES, Adalto. “Alaor lança novo romance” (“A história de Bertolino d’Abadia, escrita por Alaor Barbosa, coloca lembranças dentro de lembranças”). Diário da Manhã, 21 de setembro de 1999.

MARIA E SILVA, José. “Romance”, Suplemento Opção Cultural, Jornal Opção, de 19 a 25 de setembro de 1999.

LEÃO Filho, José“A Macondo do grande sertão”. Suplemento “Opção Cultural”, n. 270, Jornal Opção, Goiânia, 21 a 27 de novembro de 1999.

HYGINO DOS SANTOS, Manoel. “O  nego-dado”. Hoje em Dia , Belo Horizonte, MG, 18.12.1999.

 CAGIANO, Ronaldo. “A carpintaria literária de Alaor Barbosa”. Jornal de Letras, Rio de Janeiro, março de 2000.

OLINTO, Antônio. “Um prosador”. Jornal de Letras, Rio de Janeiro, abril de 2000.

LEÃO Filho, José. “O peso da crítica”. Suplemento “Opção Cultural”, Jornal Opção, Goiânia, 10 a 16 de dezembro de 2000.

MARTINS, Wilson. “Provinciais e provincianos”. Suplemento “Prosa & Verso”, O Globo, 18 de novembro de 2000.

TAVEIRA, JOÃO CARLOS. “Um romance genuinamente brasileiro”. Revista Literatura (Revista do Escritor Brasileiro), n. 19, Brasília, dezembro de 2000.

MARIA E SILVA, José. “O siso da escritura”. (Prólogo da segunda parte da entrevista a José Leão Filho.) Suplemento Opção Cultural, Jornal Opção, Goiânia, 21 a 28 de janeiro de 2001.

HYGINO DOS SANTOS, Manuel. “Além da orla”. Hoje em Dia, Belo Horizonte, 9 de fevereiro de 2001.

PY, Fernando. “Na seara do romance”, Tribuna de Petrópolis, 10 de junho de 2001.

HYGINO DOS SANTOS, Manoel. “Em missão”. Hoje em Dia, Belo Horizonte, MG, 21.9.2002.

CAGIANO, Ronaldo, “Borboleta de asas de fogo”, Estado de Minas, Caderno Pensar, Belo Horizonte, MG, 3 de maio de 2003.

HYGINO DOS SANTOS, Manoel. “As cartas não mentem”. Hoje em Dia, Belo Horizonte, MG, 4.6. 2003.

HYGINO DOS SANTOS, Manoel. “De Morrinhos para o Brasil”. Hoje em Dia, Belo Horizonte, MG, 4.12.2003.

PONTES, Hugo, Um  cenáculo na PaulicéiaJornal da Cidade, Poços de Caldas, 18 de março de 2004.

GONÇALVES, Adelto, “Monteiro Lobato e o cenáculo paulistano”,  O Primeiro de Janeiro, Porto, Portugal, 12 de abril de 2004.

HYGINO DOS SANTOS, Manoel. “Tirando picumãs”. Hoje em Dia, Belo Horizonte, MG, 22.10.2004.

MARTINS, Wilson“História de menino”, Gazeta do Povo, Curitiba, 15 de novembro de 2004; eProsa & Verso, O Globo, Rio de Janeiro, 18 de novembro de 2004.

LIMA, Ivair. Uma epopéia infantil. Diário da Manhã, Goiânia, G0, 2004.

HYGINO DOS SANTOS, Manoel.  “Alaor e a lenda”. Hoje em Dia, Belo Horizonte, MG, 3.12.2004.

HYGINO DOS SANTOS, Manuel. “O sertão como metáfora do País”, Hoje em Dia, de Belo Horizonte, 7 de janeiro de 2005.

HYGINO DOS SANTOS, Manoel. “Ética e imprensa”. Hoje em Dia, Belo Horizonte, MG, 1º.2.2005.  

MARTINS, Wilson. “Uma história de menino”, O Globo, Prosa & Verso, Rio de Janeiro, RJ, 2005.

OLINTO, Antônio. “Uma história de menino”, Tribuna da Imprensa,  Rio de Janeiro, RJ, 2005.          

HYGINO DOS SANTOS, Manoel. “Aí pelos sertões”. Hoje em Dia,  Belo Horizonte, MG, 27.6.2005.

CAGIANO, Ronaldo. “Livro de Alaor Barbosa é uma bela epopéia infantil”. Jornal do Brasil, Caderno B, 4.7.2005.

HYGINO DOS SANTOS, Manoel. “O viajor incansável”. Hoje em Dia, Belo Horizonte, MG, 11.11.2005.

MARTINS, Wilson. “Um recessivo” (sobre Contos e novelas reunidos). Jornal do Brasil, suplemento Idéias e & Livros, Rio de Janeiro, RJ, 15 de abril de 2006.

 

 – PARTICIPAÇÕES EM ANTOLOGIAS

Antologia do conto goiano (organizada por Anatole Ramos, Luiz Fernando Valladares, Miguel Jorge). Departamento Estadual de Cultura, Goiânia, 1969.

Súmulas da literatura goiana, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan. Livraria Brasil Central Editora, Goiânia, 1970.

Momentos alegres do livro goiano (Antologia de humor), de Phaulo Gonçalves. Editora Barão de Itararé, Goiânia, 1974.

Colheita (A voz dos inéditos), antologia poética organizada por Gabriel Nascente. Goiânia, 1979.

Poesias e contos bacharéis (antologia com Edir Malagoni, Geraldo Coelho Vaz, José Mendonça Teles, Luiz Fernando Valladares, Martiniano José da Silva, Miguel Jorge e Yeda Schmaltz). Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 1966.

Poesias e contos bacharéis (II) (com os mesmos autores). Editora Oriente, Goiânia, 1976.

Ficção (histórias para o prazer da leitura), Rio de Janeiro, RJ, v. 3, n. 20, agosto de 1977.

Antologia do conto goiano (I), organizada por Darcy França Denófrio e Vera Maria Tietzmann Silva. O conto: Despedida em Fevereiro. Editora da Universidade Federal de Goiás, 1992, Goiânia, Goiás.

Antologia do conto brasiliense, organizada por Ronaldo Cagiano. Projecto Editorial, Brasília, 2004.

Seqüência biográfica

— 13 de março de  1940: nasce em Morrinhos, Estado de Goiás.

— 1945: viagem a Trindade. Conhece Goiânia.

— 1947: inicia o curso primário no Grupo Escolar Coronel Pedro Nunes, em Morrinhos.

— 1950: Curso de Exame de Admissão, no Ginásio Senador Hermenegildo de Morais, em Morrinhos.

— 1953: orador, em nome dos estudantes, na solenidade de comemoração do Dia da Pátria (7 de Setembro). Ajuda a fundar um grêmio literário do Ginásio dos Padres e do Colégio das Freiras.

— 1954: conclui o curso ginasial.

— 1955: vai estudar em Goiânia, no Colégio Estadual (Liceu), e começa o Curso Clássico. 

— 1956: transfere-se para o Rio de Janeiro. Repete o primeiro ano do Curso Clássico no Colégio Juruena (1956). Publica em jornal seu primeiro artigo na imprensa do Rio.

— 1957: transfere-se para o Educandário Ruy Barbosa onde conclui (1958). o Curso Clássico. inicia colaboração constante, remunerada, no Suplemento Literário do Jornal do Brasil, a qual continua até 1961, quando o Suplemento deixa de circular.

 1958: conclui o Curso Clássico no Educandário Rui Barbosa.

1959: contratado Redator Comercial e Artístico da Rádio Jornal do Brasil. Primeiro conto (9345) publicado: no Suplemento Dominical do Jornal do Brasil.

— 1960: contratado repórter do Jornal do Brasil. Publica Monteiro Lobato das crianças pela Editora Caminho. Segundo conto (Ponte do Barbiel) publicado: no suplemento literário daTribuna da Imprensa. 

— 1961: inicia o Curso de Direito na Universidade Católica de Petrópolis. Terceiro conto (Volta) publicado: no Suplemento Dominical do Jornal do Brasil.  Conclui o livro de contos Cidade do Tempo. Inicia assídua colaboração no semanário O Metropolitano, da União Metropolitana dos Estudantes (UME).

— 1962: Diretor de Edição da Editora Universitária, da União Nacional dos Estudantes (UNE). Breve passagem pelo jornais Correio da Manhã e Tribuna da Imprensa. Colabora, com dois contos, na revista Movimento, da UNE.  

— 1963: volta para Morrinhos, e começa a advogar no escritório do irmão Eurico Barbosa, eleito deputado estadual. Novamente no Rio, contratado redator do jornal Novos Rumos.

— 1964: retorna, em maio, para Goiás; e é contratado redator político do jornal Folha de Goiaz, de Goiânia. Assessor da Diretoria da empresa Metais de Goiás S/A. Em julho, publica Cidade do tempo, primeiro livro de contos, impresso na Imprensa Universitária, da Universidade Federal de Goiás. Em novembro, volta para Morrinhos, e começa a advogar, solicitador-acadêmico, no escritório de Miguel Frauzino Pereira.

— 1965: casa-se com Maria Gonçalves Ribeiro.

— 1966: publica Picumãs, segundo livro de contos; conclui o curso de Direito na Universidade Católica de Goiás.

— 1967: nasce a primeira filha, Noêmia.

— 1968: nasce o segundo filho, Luciano. Publica Confissões de Goiás, pela Editora Oriente, dos irmãos Taylor e José Modesto Oriente. 

— 1969: transfere-se para Goiânia, onde advoga durante quinze anos. Segunda edição de Monteiro Lobato das crianças, pela Editora Oriente.

— 1970: diretor-secretário (com função jurídica) do Banco Agropecuário de Goiás. Nasce o terceiro filho, Hermano.

— 1971: publica Campo e noite, contos, pela Editora Oriente.

— 1973: abril: deixa o Banco Agropecuário de Goiás.

1974: participa da IV Conferência Nacional dos Advogados, no Rio de Janeiro. Promove a refundação do Instituto dos Advogados de Goiás. Eleito conselheiro da OAB de Goiás.

— 1979: eleito, em maio, por unanimidade, para a Cadeira 33 da Academia Goiana de Letras, empossado em novembro.

— 1980: publica O exílio e a glória, pela Editora Oriente. Primeira viagem à Europa: visita Portugal, Grécia e França. 

— 1981: publica  A  epopéia brasileira ou: Para ler Guimarães Rosa. .

— 1983: publica Os rios da coragem Saci e Romãozinho.

— 1984: publica Pequena história da literatura goiana (para a infância e a juventude).Classificado em concurso público de provas para procurador autárquico federal,em junho; lotado no INCRA em agosto.

— 1985: classificado em concurso público de provas e títulos, contratado, em 1º de fevereiro, assessor parlamentar (denominação mudada mais tarde para Consultor Legislativo) do Senado Federal. Publica Praça da Liberdade, contos, pela Editora da Universidade Federal de Goiás.

– 1986: em fevereiro e março,  segunda viagem à Europa: Portugal, França, Inglaterra. em agosto, participa da Conferência Nacional dos Advogados, em Belém, Estado do Pará. Visita Recife. Viaja através do sertão para Salvador, Bahia.

— 1991: publica Meu diário da Constituinte, pelo Sindicato de Escritores do Distrito Federal.

— 1991: conclui Curso de Mestrado em Literatura Brasileira, na Universidade de Brasília.

– 1992: terceira viagem à Europa: Portugal, Espanha, Itália.

— 1993: aposenta-se no Senado.

— 1995: sai o livro de contos Caminhos de Rafael, pela Editora da Universidade Federal de Goiás.

— 1996:  reeditado Picumãs, reelaborado e acrescido de alguns contos, pela Editora Rio Fundo, do Rio de Janeiro. Editado O ficcionista Monteiro Lobato, pela Editora Brasiliense, de São Paulo.

– 1997: seu romance A morte de Cornélio Tabajara ganha o Prêmio Cora Coralina, da Fundação Cultural Pedro Ludovico Teixeira, de Goiás.

– 1998. publicado A morte de Cornélio Tabajara, edição da Fundação Cultural Pedro Ludovico Teixeira, de Goiás.

— 1999: setembro: publicado o romance Memórias do nego-dado Bertolino d’Abadia, pela AB Editora, de Goiânia.

2002. fevereiro, 28: lançado pela Editora Projecto Editorial o ensaio Um cenáculo na Paulicéia (Um estudo sobre Monteiro Lobato, Godofredo Rangel, José Antônio Nogueira, Ricardo Gonçalves, Raul de Freitas e Albino de Camargo).

2002. Termina de reescrever todos os seus contos publicados em livros.

2004. Participa da Antologia do conto brasiliense, organizada por Ronaldo Cagiano. Publica o romance Uma lenda, pela LGE Editora, de Brasília.

2006: no dia 24 de fevereiro, em Morrinhos, e no dia 29 de março em Brasília, lança o volumeContos e novelas reunidos, edição da Projecto Editorial.  

Personalidade homenageada: :Bernardo Élis

Bookmark and Share