Sandra Maria F Queiroz de Pina

Sandra Maria F Queiroz de Pina

Cadeira:43

Patrono:Rosarita Fleury

Status:

SANDRA MARIA FONTOURA QUEIROZ DE PINA, de Uberaba, Minas Gerais, 30.03.1947, escreveu, entre outros, DISCURSO DE POSSE, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto produzido. 
Filha do Professor Jerônimo Geraldo de Queiroz e Celma Afonso Fontoura. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras e Musica, pela Universidade Federal de Goiás. Atende pelo E-mail:  O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  
São seus irmãos Marco Túlio Fontoura Queiroz, Adelaide Fontoura Queiroz, Evandro Fontoura Queiroz e Maria Tomásia Fontoura de Queiroz. 
Seu pai mudou-se definitivamente para Goiânia, em 1952, com 35 anos de idade, exatamente quando Sandra tinha 5 anos. 
Sandra Maria casou-se com Renê Pompeu de Pina, com quem tem duas filhas. Renê nasceu em Pirenopolis, foi Superintendente da extinta SUDECO(1967-1990), foi Presidente da CELG e é atualmente(2008), secretário da Infra-Estrutura do Governo de Goiás. 
Quanto a Sandra, é Escritora, Professora da Universidade Federal de Goiás, de onde se aposentou em 2006. 
Apesar de sua importância, não é mencionada no DICIONÁRIO BIOGRÁFICO DE MÚSICA ERUDITA BRASILEIRA(2005), de Olga Gudolle Cacciatore, não é referida na ENCICLOPÉDIA DA MÚSICA BRASILEIRA(1998), Marcos Antonio Marcondes. 
Não é estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. 
Não é citada no DICIONÁRIO DE MULHERES(2000), de Hilda Agnes, bem como no DICIONÁRIO DE MULHERES DO BRASIL(2000), de Schuma Schumaher e nem no livro ENSAÍSTAS BRASILEIRAS(1993), de Heloísa Buarque de Holanda e Lúcia Nascimento Araújo. Não é mencionada no DICIONÁRIO CRÍTICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS, de Nelly Novaes Coelho. 
Na Academia Goianiense de Letras é a Titular da Cadeira 43, entre os Correspondentes, tendo como Patronesse Rosarita Fleury.

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