Lily Marinho

Lily Marinho

Cadeira:22

Patrono:Roberto Marinho

Status:

LILY MARINHO(LILY MONIQUE DE CARVALHO MARINHO), de Colônia, Alemanha, 1921, escreveu, entre outros, ROBERTO & LILY(Rio de Janeiro, Record, 2005), tradução de Maria de Fátima Oliva do Couto, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. 
Sua mãe, de origem francesa e seu pai, de origem anglo-saxônica. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. 
Casou-se, primeiro, com Horácio de Carvalho, dono do jornal O DIÁRIO CARIOCA, com quem viveu durante 45 anos, de 1939 até 1984. Com o jornalista Horácio, teve o filho Horacinho, que faleceu com 26 anos de idade, em 1965. O outro filho João Batista foi adotado. 
Já com 16 anos de idade, estudou no CONSERVATÓRIO DE TEATRO, onde aprendeu de tudo um pouco, inclusive Balet e Dança. 
Com a morte, em 1984, de seu primeiro esposo, casou-se com o jornalista Roberto Marinho, da Rede Globo, em 1989, quando tinha 68 anos de idade. Ele, Roberto Marinho, tinha 85 anos. Viveram como marido e mulher durante 14 anos, até a morte de Roberto, em 06.08.2003, com 99 anos de idade. 
Quanto a Lily Marinho, hoje(2005) com 84 anos, tem sido também fazendeira, com várias fazendas, entre as quais, Veneza, no Vale do Paraíba do Sul. 
No Espaço Cultural, da Organização Jaime Câmara, em Palmas, Tocantins, no dia 18.10.2005, com a presença do Governador Marcelo Miranda e de dezenas de autoridades, numa promoção também da Academia Tocantinense de Letras, fez o lançamento de seu livro ROBERTO & LILY, com renda destinada à Pastoral da Criança, acompanhada de uma comitiva formada pelo príncipe Dom Pedro de Alcântara de Orleans e Bragança, a princesa Fátima de Orleans e Bragança e o escritor Romaric S. Büel, além de seu assessor Marco Antonio. 
Apesar de sua importância, não é mencionada no “DICIONÁRIO DE MULHERES”, de Hilda Agnes e nem no livro “ENSAÍSTAS BRASILEIRAS”, de Heloísa Hollanda e Lúcia Araújo, bem como no “DICIONÁRIO DE MULHERES DO BRASIL”, de Schuma Schumaher. 
Não é também estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. 
Na Academia Goianiense de Letras é Titular da Cadeira 22, entre os Correspondentes, tendo como Patrono Roberto Marinho. 
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no sitewww.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

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